martes, 12 de mayo de 2020

A Nova Democracia Brasi: ¡El 1 de mayo se celebra con acciones combativas en todo el mundo!

NÚCLEO DA EDITORIA DE INTERNACIONAL DO AND 08 MAIO 2020
Maoistas marcham em Austin no Dia do Internacionalismo Proletário

Em todo o mundo o povo e os revolucionários enfrentaram toques de recolher, quarentenas e uma repressão ainda mais ostensiva para comemorar o 1° de maio com diversas ações combativas e de solidariedade proletária internacional. Desde a América do Sul ao Norte da Europa, entre outros lugares, blocos vermelhos e combativos se organizaram para realização de manifestações, penduraram faixas, promoveram atividades solidárias em meio à crise e propagandearam a necessidade de uma revolução proletária mundial como única saída ao sistema de exploração e opressão, à crise geral do imperialismo, agravada pela crise sanitária atual, agudizada pelo novo coronavírus.

América do sul

No Equador, os revolucionários realizaram uma semana de ações em celebração ao 1º de Maio. Em Imbabura, foram realizadas mobilizações da Frente de Defesa dos Trabalhadores de Imbabura, com ações combativas na província de Chimborazo. Além disso, em mais três províncias do país, os Comitês de Camponeses Pobres estiveram presentes para celebrar a data.

O Sindicato Geral dos Trabalhadores da Saúde também convocou uma nova manifestação em diversas províncias do país, sendo Manabí a província com o protesto mais importante e combativo. Fora as manifestações, diversas pichações contra o regime entreguista de Moreno foram feitas em todo o país.

Também houve uma declaração em ocasião ao dia, onde os revolucionários afirmam: “Os proletários do mundo estão otimistas; Não é hora de ceder, relaxar, muito menos de ser ingênuos e cair na chantagem do imperialismo e de seus lacaios locais para 'unir-se diante da crise', além afirmar que o proletariado no Equador está se mostrando mais avançado, não por mera casualidade, mas por “produto de ter a linha ideológica correta, que determina tudo”.

Encerram o documento exaltando o 1º de maio e destacando os heróis do proletariado internacional desde os "mártires de Chicago” até os heróis e heroínas das guerras populares levadas a cabo no Peru, Índia, Filipinas e Turquia; Também prestaram homenagens aos lutadores que derramaram seu sangue no Brasil México, e reafirmaram sua base de defesa no marxismo-leninismo-maoismo e os aportes de validez universal do pensamento Gonzalo.



Em Santiago, no Chile, revolucionários fizeram homenagens ao dirigente comunista Luis Emilio Recabarren, no Parque Almagro. Em nota, reconhecem a figura de Luis Emilio Recabarren como “chefe da classe operária no Chile” e fundador do Partido Comunista do Chile – Seção da Internacional Comunista.
"Retomar Recabarren! Abaixo ao Revisionismo!”
Luis Emilio Recabarren, fundador do Partido Comunista do Chile

As homenagens foram feitas utilizando bandeiras vermelhas sob o monumento de Luis Emilio Recabarren, além de um cartaz com os dizeres Retomar Recabarren! Abaixo ao Revisionismo! Prestada as homenagens, os revolucionários se retiraram do local, erguendo consignas em homenagem ao 1º de Maio, ao proletariado internacional, e aos povos oprimidos do mundo.

Também no Chile, ocorreram manifestações no 1º de Maio em todo o país, nas quais os trabalhadores enfrentaram as forças de repressão do velho Estado. Ao menos 57 pessoas foram presas.
Polícia ataca manifestação durante o Dia do Internacionalismo Proletário. Fonte: Reuters/ Ivan Alvarado
A concentração ocorreu na Praça Baquedano, conhecida como Praça Itália, onde tiveram início as grandes manifestações que abalaram o país no ano passado, em outubro. Com máscaras e respeitando a distância mínima sanitária, cerca de 200 pessoas compareceram à manifestação no Dia do Internacionalismo Proletário. Logo após o início do ato, os trabalhadores enfrentaram um grande aparato policial que lançou água e gás lacrimogêneo sob as massas.

Também foram registradas manifestações em Valparaíso, terceira cidade mais populosa do Chile, onde os trabalhadores resistiram às forças de repressão. Dezenas de lideranças sindicais foram presas.
Repressão no Dia do Internacionalismo Proletário no Chile. Fonte: Reuters/ Ivan Alvarado
América do norte

No USA, em Austin, Texas, revolucionários realizaram ações contra a Câmara Municipal da cidade, que teve suas portas pintadas com tinta vermelha, além de pichações com palavras de ordem como O Imperialismo dos EUA é o vírus, Revolução Socialista é a cura! em antecipação ao Dia do Internacionalismo Proletário.
Câmara Municipal pintada de vermelho, com pichações “1º de Maio Dia Internacional dos Trabalhadores!” e “O Imperialismo dos EUA é o vírus, Revolução Socialista é a cura!”
Já no 1º de maio, militantes maoístas tomaram as ruas em marcha, com um cartaz com os dizeres Viva o Primeiro de Maio, Dia Internacional do Proletariado. Os revolucionários entraram em confronto com grupos fascistas, que saíram feridos. Encerram a marcha em frente a uma prisão local, para mostrar solidariedade aos manifestantes que foram presos mais cedo no dia, numa ação em apoio a Greve de Aluguel.

Maoistas marcham em Austin no Dia do Internacionalismo Proletário
Em outras cidades, como em Orlando, Los Angeles, Pittsburgh, St. Louis e Charlotte, diversas pichações foram feitas promovendo o Dia do Internacionalismo Proletário e Greves de Aluguel, além de denúncias contra o Imperialismo ianque e sua resposta à pandemia da Covid-19.



“O Imperialismo é o vírus, Revolução Socialista é a cura!”
Também no 1º de Maio, trabalhadores de empresas como Amazon, Target, Whole Foods e outros monopólios paralisaram suas atividades ou abandonaram seus postos no meio do expediente em protesto por melhores condições de trabalho e exigindo pagamentos de adicional por risco às suas vidas. 
Enfermeiras em 13 estados também protestaram contra a falta de equipamento apropriado para lidar com a Covid-19. Sendo uma das categorias da saúde com menor salário, elas exigem luvas e outros equipamentos de proteção para lidar com a pandemia.


“Protejam os Trabalhadores da Amazon!”


No México, a Corrente do Povo-Sol Vermelho emitiu uma declaração em ocasião do 1º de Maio. Nela, destacam a crise geral do Imperialismo, afirmando “estar gerando uma bomba que mais cedo ou mais tarde explodirá”. Também, fazem um retrato histórico do 1º de Maio e seus 130 anos, como um dia para honrar os heróis do proletariado e elevar “essa luta em direção ao programa estratégico da Revolução Proletária Mundial”.


Dá como resposta à crise econômica o chamado à Greve Geral, com as palavras Greve geral agora! Que a crise econômica e da saúde sejam pagas pelos ricos!, finalizando a declaração defendendo a criação de Comitês de Saúde e Higiene em Defesa do Povo, como resposta para a crise sanitária da Covid-19, ao realizar “ações informativas, preventivas e sanitárias”.


Europa


Na Alemanha, em Berlim, a mobilização de 5.000 policiais na tentativa de impedir que as muitas pessoas que saíram às ruas se manifestassem resultou em confrontos e três carros incendiados no bairro de Kreuzberg. Na capital, revolucionários também fizeram um ato em Hohenschönhausen.


Em Bremen, o dobro do número de pessoas permitido pelo Estado Imperialista se reuniu para celebrar o primeiro de maio, sendo que folhetos foram distribuídos e jornais vendidos na manifestação. A polícia tentou, em vão, acabar com a marcha utilizando como pretexto o elevado número de pessoas presentes. Diante disso, os revolucionários apenas separaram-se em dois grupos, ficando um pouco atrás do outro, e continuaram a marcha.



Revolucionários fazem ato em Essen, desafiando o toque de recolher do Estado imperialista Alemão no 1° de maio



Na cidade de Friburgo, organizações revolucionárias afixaram faixas e distribuíram panfletos e materiais de propaganda no parque Seepark-Garden, pela manhã. A Internacional, hino do proletariado e povos em luta em todos os países, também foi executada no local. À tarde os revolucionários participaram de uma manifestação no centro da cidade.


Revolucionários se mobilizam no primeiro de maio em Friburgo



Em Hamburgo, 150 pessoas se reuniram para celebrar o primeiro de maio, sendo que o bloco combativo fez falas de agitação no megafone, e entoou A Internacional. 



De acordo com o relato dos participantes, o Estado reacionário alemão concentrou uma força policial três vezes maior que a dos manifestantes no local, o que não foi suficiente para intimidar os manifestantes.


Revolucionários se manifestam no 1° de maio em Hamburgo



Militantes e democratas turcos na alemanha, da organização Partizan, também demarcaram sua presença revolucionária em manifestações nas cidades de Wuppertal, Nürnberg, Ulm, entre muitas outras.




Militantes da organização democrática Partizan se manifestam no 1° de maio em Stuttgart



Na Áustria, houve muita agitação, com grandes marchas, considerando o isolamento imposto pelas "autoridades". Em Innsbruck, a manifestação contou com 750 pessoas, apesar do isolamento imposto pelas "autoridades". 



Em Viena, ativistas revolucionários e anti-fascistas se uniram na marcha contra a hipocrisia dos partidos políticos da via parlamentar, após o partido dos democratas desistir do evento. Em Linz, Friedrich Engels foi homenageado por ter há 130 transformado o primeiro de maio numa data internacional da classe trabalhadora.



Em um texto publicado, os revolucionários austríacos explicam a necessidade mais do que nunca da manifestação, eles denunciam que o isolamento forçado no primeiro de maio é uma tática do imperialismo para os trabalhadores não se organizarem. Denunciam ainda o aumento de impostos, do desemprego e a situação precária que o país e o resto das classes trabalhadoras do mundo enfrenta.


Revolucionários austríacos (Fonte: New Epoch)



Na França, em Paris, um grupo se concentrou na Place de la République, exibindo vários cartazes com as palavras de ordem: O capitalismo é o vírus, a revolução é a vacina e outro dizendo Nossas vidas, ou seus lucros. A polícia interveio em grande número, verificou as identidades dos ativistas e prendeu vários deles. Mais tarde, outras manifestações ocorreram na capital e nos subúrbios de Paris, em Montreuil e em frente a sede do 18º distrito da prefeitura. 



Também nos quatro cantos do estado francês a organização de juventude Jovens Revolucionários se manifestou exibindo banners em cidades como Lyon, Saint-Étienne, Paris, Aubervilliers, Nantes, Clermont-Ferrand, Bordeaux, Caen, Rennes, mas também no interior, em Lot et Garonne.


Jovens Revolucionários da França penduram faixa escrita Seus lucros, nossas mortes no primeiro de maio



Norte da Europa



Na Irlanda do norte, Republicanos socialistas irlandeses de South Leinster ergueram uma faixa em Co Wicklow.
Na Suécia, os ativistas reuniram-se em quatro cidades para saudar as quatro Guerras Populares Prolongadas em curso hoje (Índia, Peru, Turquia e Filipinas). Eles declararam que as Guerras Populares são uma fonte de inspiração indispensável aos comunistas de hoje.



Em Estocolmo, capital do país, um grupo se organizou em frente à embaixada indiana em protesto de apoio à Guerra Popular na Índia, chamando a atenção da população em volta. Eles exigiram o fim da criminosa guerra do velho Estado indiano contra o povo, denunciando os massacres cometidos, os presos políticos e os crimes brutais das Forças Armadas contra os Naxalitas, como assassinatos em massa e de camponeses, estupros seguidos de feminicídio, incêndio em aldeias, etc. Foi também denunciada a recente lei que arrancou a cidadania de muitos muçulmanos e camponeses pobres no país.



Os ativistas condenaram o velho Estado indiano que "vende o país e empobrece o povo" e apontaram que a saída é se unir contra as classes dominantes e o velho Estado. Exigiram, além disso, a liberdade de Saibaba, intelectual preso político que viajou por países expondo a luta popular indiana. A embaixada tentou tirar fotos dos manifestantes e chamou a polícia, que chegou em quatro carros, mas os militantes já haviam se retirado.

Si los parásitos no garantizan la quincena, los obreros están llamados a derrocarlos y dirigir la sociedad



Desde antes de la pandemia se venían imponiendo medidas antipopulares y estaban sobre la mesa una cantidad de reformas como la pensional, la laboral y la tributaria, que obligaron al pueblo colombiano a parar y salir a la calle masivamente el 21 y 22 de noviembre del año pasado, que estremeció al gobierno y a sus acólitos y por ello su respuesta con el terrorismo de Estado. A la vez al amparo de la crisis sanitaria causada por la privatización de salud, las clases dominantes impusieron algunas de las medidas de las reformas antiobreras como los despidos masivos, licencias no remuneradas, teletrabajo, rebaja de salarios, etc. y la implementación de medidas absurdas como confinar al pueblo sin garantizar sus medios de subsistencia, llevándolo a escoger entre la muerte por el Coronavirus o la muerte por hambre como está sucediendo en todo el país.
Para al capitalismo y los explotadores, para quienes en su ADN solo está satisfacer su sed de ganancia, no hay ningún interés en tomar las medidas que corresponderían a una sociedad diferente que de verdad se preocupara por su bienestar. Por eso en esta pandemia solo se han preocupado por beneficiar a los sectores financieros, a las empresas que manejan los fondos del negocio de la salud, como las EPS, a los fondos privados de pensiones, a las grandes empresas como Avianca, a los grandes pulpos como el grupo Sarmiento Angulo…
Así mismo, con el nombre de Colombia Agro Produce el gobierno le entregó a los pobrecitos capitalistas, a través de Finagro, 226 mil millones con la mentira de subsidiar a los campesinos, y de los cuales 213.566 millones de pesos han parado en los bolsillos de los grandes comercializadores y agroindustriales, 8.300 millones para los medianos y apenas 4.200 millones de pesos para pequeños productores, y esos 4.200 millones de pesos son para miles de campesinos, lo que significa que les llegará apenas limosnas.
Todas esas políticas criminales han sido ejecutadas por el Estado y el régimen mafioso y paramilitar encabezado por Duque, con la anuencia de los politiqueros que han apoyado este Estado podrido que no les presta ningún servicio a los obreros y a los campesinos.
No quedando contentos con el robo a manos llenas de las riquezas que han generado los productores del campo y la ciudad, hoy uno de sus representantes corrupto y arrogante, Vargas Lleras, llama al gobierno títere de Duque, a enfrentar la crisis económica y la gran recesión económica en que ya se encuentra su sistema, haciendo que los trabajadores entreguen todo lo que han conquistado con lucha, dizque porque todas las “pobrecitas” empresas han perdido en estos días.
Hoy Vargas Lleras le plantea al gobierno declarar una segunda emergencia económica para legalizar lo que ya están haciendo, obedeciendo las órdenes de la OCDE, el FMI y el Banco Mundial antes de la pandemia; la reforma pensional ya la venían imponiendo, reformas como el teletrabajo igual, ahora vienen por una rebaja más profunda del salario: quitando los dominicales y todos los festivos, las primas de junio y diciembre, los intereses sobre las cesantías, el subsidio de transporte y las dotaciones obligatorias, y de sobremesa flexibilizando los gastos de los despidos, con el argumento cínico de evitar masacre laborales.
Este es el zarpazo más grande en la historia reciente que pretende devolver la sociedad a más atrás del Siglo XX en los inicios del surgimiento de la clase obrera, trabajando más de 14 horas, como ya está sucediendo con el teletrabajo, hacerlo por la comida y con una muy mala alimentación, sin seguridad social, sin derecho a una pensión, sin vacaciones ni primas, sin dominicales ni festivos, sin dotación siquiera… en fin, peor que los esclavos de la época antigua, a quienes al menos los esclavistas les garantizaban la alimentación, la casa y el vestuario. Los obreros y el pueblo no pueden permitirle al capitalismo, que ya está en decadencia y descomposición, avanzar en esa dirección, porque terminaría por destruir las dos únicas fuentes de riquezas existentes: la fuerza de trabajo y la naturaleza.
Pero además, contrario a lo anunciado por Vargas Lleras, ninguna de las medidas resolverá el problema de la recesión porque ella tiene su base en la crisis de sobreproducción, cuyas consecuencias son las quiebras de empresas, sobre todo de las medianas y pequeñas; también se sabe que es épocas de crisis cuando más ganancias tienen los grandes monopolistas financieros y otros holgazanes y no solo porque el gobierno se haya encargado de mantener a flote sus negocios entregándoles dadivas a montones como ha hecho Duque. Y en todo caso, la clase obrera no tiene por qué pagar los platos rotos de la crisis creada por la anarquía del sistema, ni permitir que sea descargada sobre sus hombros, ni dejarles las manos libres a los capitalistas para que hagan lo que les dé la gana con quienes han creado sus riquezas.
Hoy tienen en confinamiento el pueblo dizque preocupados por él. ¡Falso! lo tienen encerrado y ellos aplicando todos los decretos y medidas para seguir cabalgando en sus espaldas. Y con la declaración de otra emergencia económica, lo único que harán es agudizar las contradicciones de clase, atizar la lucha de la clase obrera y el pueblo con mayor beligerancia y contundencia que la demostrada en el paro nacional de noviembre; donde ya no bastarán los bomberos oportunistas y el papel conciliador y desmovilizador de las direcciones de las centrales sindicales, empotrados en el Comité Nacional de Paro para contener la justa rebeldía de todos los explotados y oprimidos, que se levantarán en nuevos paro y huelgas políticas, que saldrán a las calles y vías principales a pararlo todo, a bloquearlo todo y a decir: ¡Basta Ya! Si los parásitos capitalistas no garantizan la quincena, los obreros están llamados a derrocarlos y dirigir la sociedad.
Debe quedar claro para la clase obrera y el pueblo en general que ante la situación, urge luchar con independencia de los politiqueros y del Estado para poder avanzar ya no solo por las reivindicaciones inmediatas sino por el poder. La crisis generada por el capitalismo en todo el mundo pide a gritos una nueva sociedad, y los mismos capitalistas con su ansia de ganancia, ponen a los trabajadores frente a la posibilidad y la necesidad de destruir el Estado podrido y corrupto que defiende los privilegios de los parásitos explotadores y construir un Estado dirigido por los obreros en alianza con los campesinos; solo así se podrán tomar las medidas efectivas para enfrentar la crisis sanitaria del Covid-19 y resolver los demás problemas del pueblo trabajador, donde la ganancia no esté de por medio sino el bienestar de la sociedad.
Pero esto solo se logrará si la clase obrera se organiza en su propio partido independiente; un Partido marxista leninista maoísta como una sección de la nueva Internacional Comunista; las condiciones en el mundo están dadas para avanzar en la construcción de esos instrumentos que son la garantía para avanzar en la lucha y desatar las fuerzas de la Revolución Proletaria Mundial que acabará con todos los horrores que genera este sistema moribundo.

Comité Ejecutivo – Unión Obrera Comunista (mlm)
Mayo 6 de 2020

Muere el músico turco Ibrahim Gökçek después de 323 días en huelga de hambre, el tercero del Grupo Yorum por esta causa


El músico turco y bajista de la banda de folk Grup Yorum, Ibrahim Gökçek, ha muerto después de 323 días en huelga de hambre. Gökçek es el tercer miembro del grupo que muere por esta protesta. Siete miembros del grupo están acusados de «terrorismo» por supuestos vínculos con el Partido-Frente Revolucionario de Liberación del Pueblo.

Esta foto de Ibrahim Gökçek. Fue tomada en el funeral de Helin Bölek, su compañera del grupo de música Yorum, muerta tras 288 días en huelga de hambre. Él aguantó durante 323 días. Aunque abandonó la huelga el 5 de mayo, murió el 7. Hoy ha sido enterrado él.
[📷Ibrahim Mase]

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El cantante turco Ibrahim Gökçek murió este jueves por complicaciones derivadas de su huelga de hambre de casi un año en la prisión, con el que es el tercer músico de la banda de folk Grup Yorum que muere en poco más de un mes.
Gökçek había acabado su protesta el pasado martes después de 323 días de ayuno a causa de un empeoramiento de su estado de salud, mientras que la banda consideró que la protesta ha expuesto su situación y solicitó de nuevo a las autoridades hacer conciertos en Turquía.


Hasta el final. Así como luchó, así defendieron los camaradas su cuerpo frente a los cobardes de uniforme.

Erdogan caerá, Ibrahim, Mustafa y Helin vencerán.

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Grup Yorum, formado por cuatro amigos en 1985, se popularizó en Turquía durante la década de los 90 por sus temas revolucionarios y su combinación de los folclores kurdo y turco, con letras dedicadas a la lucha contra el capitalismo y el imperialismo. A pesar de las múltiples detenciones y juicios que han sufrido (más de 400), de la confiscación de sus álbumes y de la prohibición de sus conciertos, es uno de los grupos más vendidos y escuchados en la historia de Turquía.


🔴Última Hora

La policia turca ha irrumpido en el velatorio del músico comunista rompiendo puertas y ventanas, lanzando gas lacrimógeno y secuestrando a la fuerza el cuerpo dl compañero.

Incluso estando muertos nos temen, estos fascistas.

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A finales de 2017 lanzaron su último Álbum «Ille Kavga» (que significa ‘Lucha cueste el que cueste’), en la portada de la cual aparecen los instrumentos que fueron destrozados por la policía durante un registro en 2016, en un centro cultural donde los miembros fueron de nuevo arrestados y encarcelados.

Bölek y Koçak

Ibrahim Gökçek es el tercer miembro de Grup Yorum que muere en la prisión después de una huelga de hambre, puesto que anteriormente Helin Bölek y Mustafa Koçak también murieron, los dos con 28 años. Bölek fue la primera integrante del grupo que moría después de 288 días en huelga de hambre, mientras que Koçak reclamó durante 297 días un juicio justo hasta que, después de agravarse su estado de salud, acabó muriendo.


"Si el enemigo triunfa, ni los muertos estarán a salvo"
Walter Benjamin

Un destacamento militarizado de la policia fascista turca para llevarse hoy el cuerpo de . Los camaradas defendieron a su amigo con uñas y dientes.

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En homenaje a #HelinBölek, #MustafaKoçak e #IbrahimGökçek queremos compartir este precioso vídeo de un concierto del grupo musical #Yorum #GrupYorum versionando la canción «Bella Ciao» en turco de los partisanos italianos que vencieron el fascismo hace 75 años.

Este día hace 75 años atrás, los soldados del Ejército Rojo izaron el Estandarte de la Victoria sobre el Reichstag; 9 de Mayo Día de la Victoria!


La batalla por el Reichstag el 30 de abril de 1945 pasó a la historia como una de las últimas batallas más tenaces contra los hitlerianos.

El origen de esta gesta del Pueblo Soviético se remonta al 6 de noviembre de 1944, donde en una velada dedicada al 27° aniversario de la Gran Revolución de Octubre en el Gran Palacio del Kremlin, Iosif Stalin habló y dijo lo siguiente:

“¡Camaradas!

El Pueblo Soviético y el Ejército Rojo exitosamente llevan a cabo las tareas planteadas ante ellos en el transcurso de la Gran Guerra Patriótica. El Ejército Rojo satisfactoriamente ha cumplido su deber patriótico y liberó a nuestra Patria del enemigo. Desde ahora y para siempre nuestra tierra está libre de la inmundicia hitleriana. Ahora tras el Ejército Rojo queda su última misión final: completar con los ejércitos de nuestros aliados la causa de la derrota del ejército alemán fascista, acabar a la bestia fascista en su propia guarida e izar sobre Berlín el Estandarte de la Victoria.

Hay motivos para considerar que esta tarea sea cumplida por el Ejército Rojo en el futuro cercano.

¡Viva nuestro victorioso Ejército Rojo!

¡Viva nuestra gloriosa Flota Marina de Guerra!

¡Viva nuestro poderoso Pueblo Soviético!

¡Viva nuestra Gran Patria!”

(Informe en la sesión solemne del Consejo de diputados de los trabajadores y de las organizaciones sociales y del Partido de la ciudad de Moscú el 6 de Noviembre del año 1944, dedicada al 27° aniversario del Gran Octubre).

La Orden dada por el Comandante Supremo de las Fuerzas Amadas Soviéticas, Iosif Vissarionovich Stalin era claro, el Estandarte Soviético de la Victoria debía ser izado en la guarida de la derrotada bestia fascista y el día de su realización en los días de abril de 1945 en Berlín, con la Victoria sobre la Alemania hitleriana ya cerca, era un hecho ineludible.

La defensa del Reichstag fue muy seria, fue un verdadero bastión. El edificio estaba rodeado por tres lados por el río Spree, que tenía 25 metros de ancho. La guarnición del Reichstag contaba con entre 1 y 3 mil soldados y oficiales, entre los que se encontraban hombres de las SS, soldados Volkssturm, pilotos, artilleros y cadetes. Los alemanes se prepararon a fondo para el asalto: todas las ventanas estaban cerradas y convertidas en estrechas troneras. El edificio estaba rodeado por varias hileras de trincheras conectadas a los sótanos.

La tarea de capturar el Reichstag fue asignada a la 150° División de Infantería del 79° Cuerpo de Infantería del 3° Ejército de Choque del 1° Frente Bielorruso. El cuerpo fue reforzado con artillería, cañones autopropulsados ​​y tanques. A las 4 horas y 30 minutos del 30 de abril, se rompió la feroz resistencia de los hitlerianos. El camino hacia el Reichstag estaba despejado.

El primer intento de tomar la guarida fascista con éxito no se logró. Para llevar a cabo el asalto hacia el Reichstag fueron llevados la artillería (incluyendo cohetes reactivos de las Katyushas, los “órganos de Stalin”), tanques y cañones autopropulsados. La preparación de artillería para el asalto comenzó a las 13:00 del 30 de abril. La artillería de fuego directo disparó más de cien cañones. Después del bombardeo de artillería, comenzó la primera ola del asalto, pero la ofensiva se detuvo: los alemanes respondieron con fuego fuerte. Sin embargo, según el testimonio del comandante de la 150° División de Infantería, Vasily Mitrofanovich Shatilov, la primera Bandera Roja apareció en una de las columnas del Reichstag alrededor de las 14:30.

A las 18:00 comenzó el segundo asalto. Los combatientes de los batallones Stepan Andreevich Neustroev, Vasily Innokentievich Davydov y Konstantin Yakovlevich Samsonov pasaron al ataque. Sin embargo, los hitlerianos continuaron controlando los pisos superiores del edificio, en una ira ciega y desesperada, lanzando fuego pesado sobre los combatientes que avanzaban. La entrada central enclaustrada del edificio tampoco se convirtió en un obstáculo serio para los soldados soviéticos inspirados. Según algunas pruebas, el ladrillo que bloqueaba la entrada fue roto por un carnero en forma de un tronco ordinario. De una forma u otra, los combatientes soviéticos irrumpieron en el edificio y comenzaron las peleas por cada habitación. A pesar de la resistencia bestial de los nazis, los soldados soviéticos se apoderaron rápidamente del primer piso del edificio. Parte de los alemanes fueron conducidos al sótano, muchos lograron escapar a los pisos superiores.

El asalto del edificio se complicó por el hecho de que se quemó. Todo ardió: además de las granadas, ampliamente utilizadas en ambos lados, los soldados del Ejército Rojo comenzaron a usar lanzallamas. Poco a poco, la resistencia alemana quedó en nada, y los soldados soviéticos lograron irrumpir en el techo.

A los portadores del Estandarte N° 5 del Consejo Militar del 3° Ejército de Choque recibieron instrucciones de izarlo y esta tarea se encomendó a los exploradores Mikhail Egorov y Melitón Kantaria. El 30 de abril de 1945 a las 21 horas y 50 minutos sobre el Reichstag se izó el Estandarte de la Vctoria. Por el heroísmo y hábil liderazgo de la batalla Stepan Andreevich Neustroev, Vasily Innokentievich Davydov y Konstantin Yakovlevich Samsonov, Mikhail. Alekseevich Egorov y Melitón. Varlamovich Kantaria recibieron la Estrellas de Oro de Héroes de la Unión Soviética.

Recordamos todos los días de los años de guerra. Estamos orgullosos de la hazaña de nuestros padres y abuelos. Queremos que nuestros hijos y nuestros nietos sepan el enorme precio que pagamos por un cielo apacible. Y protegeremos la verdad histórica de nuestro país por todos los medios disponibles.

𝐏𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢́𝐚𝐧 𝐝𝐞́𝐛𝐢𝐥𝐞𝐬

En octubre del 1941 se formaban en Moscú batallones obreros. En el centro de reclutamiento de uno de los batallones se presentaron las jóvenes comunistas Natalia Kovshova de veinte años, y María Polivánova de dieciocho, pidiendo que las enviaran al frente. El comisario del batallón se negaba a incorporar las muchachas a la unidad: le parecían demasiado delicadas, incapaces de resistir las inclemencias de la vida militar. Pero las muchachas insistieron. Marusia y Natasha dijeron que estaban preparadas para combatir, que habían terminado la escuela de snaipers. Por fin, el comisario las aceptó, y Polivánova y Kovshova fueron enviadas al frente.
El comisario no tuvo que arrepentirse de su decisión: la resistencia de estas muchachas sorprendía incluso a los combatientes más baqueteados. Podían estar tendidas sobre la nieve horas y horas, marchar en esquís decenas de kilómetros, permanecer en guardia jornadas enteras. Marusia y Natasha eran tiradoras certeras.
Cuando las muchachas habían matado más de trescientos alemanes, el Gobierno las condecoró a ambas con la orden de la Estrella Roja. Las inseparables amigas ingresaron el mismo día en las filas del Partido Comunista.
El 14 de agosto del año 1942, Kovshova y Polivánova participaron en un combate muy duro. Los alemanes se abrían paso furiosamente hacia adelante. El grupo de combatientes del que formaban parte las heroicas muchachas rechazaba tenazmente los ataques, pero las filas de los valientes se iban aclarando poco a poco.
Sólo tres quedaban con vida: Natasha Kovshova, Marusia Polivánova y el snaiper Nóvikov. Los tres estaban heridos y se les habían terminado los cartuchos. A las muchachas les quedaban solamente cuatro granadas. Los alemanes se iban acercando cada vez más. Las muchachas les lanzaron dos granadas. Marusia, herida por segunda vez, yacía en tierra. También cayó Natasha. Los fascistas llegaron hasta donde se encontraban; uno de ellos, incluso golpeó a Natasha con el pie. Entonces las valientes moscovitas hicieron explotar las últimas granadas. Volaron ellas mismas, pero la metralla de las granadas mató también a los alemanes que las rodeaban.
Ni un solo hitleriano pasó por el sector que defendían con su certero fuego las audaces combatientes Kovshova y Polivánova. Llegaron refuerzos y la unidad siguió avanzando.
A Natalia Kovsheva y María Polivánova les ha sido otorgado después de su muerte el título de Héroe de la Union Soviética.


𝐅𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞𝐥 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨
𝙆𝙤𝙢𝙨𝙤𝙢𝙤́𝙡𝙨𝙠𝙖𝙞𝙖 𝙋𝙧𝙖𝙫𝙙𝙖
𝟭𝟴 𝙙𝙚 𝙛𝙚𝙗𝙧𝙚𝙧𝙤 𝙙𝙚 𝟭𝟵𝟰𝟯
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La rusa soviética que se compró un tanque para aplastar a los nazis y vengar la muerte de su marido.

La venganza es un plato que se sirve frío en Rusia. Que se lo digan a Mariya Oktyabrksaya, la mujer que combatió ferozmente a los nazis durante la II Guerra Mundial impulsada por un móvil tarantiniano: vengar la muerte de su marido a manos de los invasores alemanes.
Mariya Oktyabrksaya nació en el seno de una humilde familia ucraniana en la península de Crimea. En 1925 se casó con un oficial del Ejército Rojo En 1941 al abrirse el frente oriental en la II Guerra Mundial (llamada “Gran Guerra Patriótica” en la URSS), Mariya fue evacuada a Siberia. Cabe recordar que Alemania invadió la URSSLa Operación Barbaroja movilizó a 3,5 millones de soldados alemanes, 4.000 tanques y 5.000 aviones. El marido de Mariya murió en agosto de 1941, en los primeros compases de la ofensiva de la Wehrmacth, aunque la noticia no llegó a oídos de la viuda hasta dos años más tarde, en 1943.Oktyabrksaya, que por entonces tenía 38 años de edad le solicito a su gobierno ser voluntaria en la guerra quería entrar en el campo de batalla el ejército analizó su propuesta voluntaria pero debido a condiciones médicas y a su edad sale negó la entrada en el campo de batalla por cuestiones de salud pero eso no lo detendría Oktyabrksaya
decidió vender todas sus posesiones, comprar un carro de combate T-34 (que le costó 50.000 rublos de la época) para lanzarse a combatir a los nazis en el frente, que había empezado a retroceder ante el empuje del Ejército Rojo, tras estar a las puertas de Moscú. Mariya escribió una carta a Stalin en la que pedía incorporarse al frente en estos términos:


“Mi marido murió en combate defendiendo a la Madre Patria. Quiero vengarme de los perros fascistas por su muerte y los la muerte de los soviéticos torturados por los bárbaros fascistas. Para ello, he depositado mis ahorros personales -50.000 rublos- en el Banco Nacional para construir un tanque. Solicito humildemente que el tanque se llame 'Novia Luchadora' y que me envíen a la línea del frente como conductora del mismo”. Aunque la división acorazada de la URSS estaba formada íntegramente por hombres, Stalin vio en aquella brava mujer una excelente oportunidad propagandística y ordenó que fuera admitida sin dilación en la 26 Brigada de Tanques del Ejército Rojo, tras cinco meses de entrenamiento, un plazo anormalmente breve para el puesto. Tal y como pedía en la carta a Stalin, Oktyabrksaya pintó en la torreta del T-34 las palabras 'Novia Luchadora Aunque los oficiales de la brigada y los compañeros de Mariya desconfiaban de la inclusión de una mujer en la división, sus suspicacias se evaporaron en cuanto entró en combate. En la primera batalla en la que participó, el 21 de octubre de 1943, Oktyabrksaya y sus compañeros destruyeron varios nidos de artillería del enemigo. En pleno fragor de la batalla y desobedeciendo órdenes de su superior, la soldado saltó del tanque para repararlo en medio de una lluvia de balas. Al regresar al tanque dijo se rompieron los orgasas y como soldado mecánica mi responsabilidad es repararlas sigamos. Tras un pequeño tirón de orejas de sus superiores por aquel acto de indisciplina, no les quedó más remedio que reconocer el valor de aquella mujer, otrora un simple reclamo publicitario.
al frente Tras aquella batalla fue ascendida a sargento. La oficial de enlance no solo dirigió un tanque T-34, sino que fue comandante adjunta de un batallón de tanques. Durante la batalla de Kursk su tanque se enfrentó a tres blindados Tigre alemanes. A pesar de su legendaria velocidad y maniobrabilidad, el T-34 no era rival para los monstruos alemanes. La tripulación entró en pánico. Sin embargo, ella los calmó con una voz asertiva y con sangre fría, diciendo: “¡No hay vuelta atrás para nosotros!”. El primer Tigre fue derrotado rápidamente, pero la batalla con los otros dos duró varias horas. El tanque soviético consiguió abandonar con éxito el campo de batalla. También sería uno de los protagonistas cuando los soviéticos recuperaron la ciudad de Nóvoie Selo en noviembre de 1943. Mariya parecía no temer a la muerte, era osada y, también, indisciplinada… tenía demasiadas papeletas para no sobrevivir a la guerra: la noche del 17 de enero de 1944, en una operacion contra una posición fortificada de los alemanes, una bomba antitanque destrozó las cadenas oruga dejando a Fighting Girlfriend inmóvil; a pesar de recibir órdenes de no salir del tanque, Mariya salió de nuevo junto al resto de su tripulación para intentar arreglar las cadenas… cuando un trozo de metralla le golpeó la cabeza dejándola inconsciente. Permaneció en coma durante dos meses y el 15 de marzo de de 1944 falleció. Mariya Oktyabrskaya, la mujer que compró un tanque para vengar la muerte de su marido recibió el 2 de agosto de 1944 el título de Heroína de la Unión Soviética, la más alta distinción otorgada por la Unión Soviética por las hazañas heroicas al servicio del Estado y de la sociedad.En memoria de María Vasílievna Oktiábrskaya el colegio nº 24 de Tomsk (calle Beloziórskaya, lleva su nombre. En la entrada del centro ha sido colocado un monumento obra del escultor Serguey Danilin y el museo de la escuela conserva las pocas reliquias y materiales que se conservan de la valerosa mujer. el texto de la placa de homenaje reza: «En este lugar se encontraba la casa en la que de 1941 a 1943 residió María Oktiábrskaya, Heroína de la Unión Soviética, sargento, conductora del tanque "Compañera de Armas" fabricado con sus propios ahorros. Cayó en los combates por la Patria en 1944

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CONMOVEDORA HISTORIA TRAS UNA FOTO.

UN SOLDADO SOVIÉTICO DESAFÍA SIN TEMOR A LOS NAZIS ANTES DE SU MUERTE..

Tras una búsqueda llevada a cabo en la ciudad de Murmansk, al noroeste de Rusia, se descubrieron los restos de soldados pertenecientes al Ejército Rojo que fueron asesinados a disparos durante la invasión de la Alemania nazi contra la URSS. Las conmovedoras imágenes que datan de julio de 1941 "golpean como un martillo en la cabeza", indica Rossiyskaia Gazeta.

Una de las fotos habla por sí sola: en el desierto rocoso de una región norteña rusa, dos prisioneros de guerra rusos desarmados son rodeados por una docena de ametralladoras alemanas antes de su muerte.

Las víctimas, uno alto y otro que porta un tapado largo, permanecen de pie frente a los ejecutores. Con la frente bien alta; uno de ellos tiene sus manos en la cintura y los mira fijo a una distancia corta. Su mirada lo dice todo, evidentemente está desafiando a sus verdugos.

Tras esta escena, los alemanes disparan. Así, sin temores, los dos soldados decidieron enfrentar su muerte. Las terribles imágenes cayeron en manos de Pavel Vaiguin, un habitante de la ciudad de Murmansk.

"Por supuesto, las fotos me conmocionaron", indica. Incluso demasiado porque soy de la ciudad. En las imágenes se puede observar una piedra muy particular. "¿En qué preciso lugar fueron realizadas?", se pregunta Vaiguin. Preso de la curiosidad, cuenta que agarró las fotos y se fue al monte a encontrar el lugar exacto.

Asimismo, historiadores y etnógrafos repitieron el camino junto a Vaiguin. En un primer momento, el viaje fue en carretera en dirección norte desde Murmansk hasta la frontera de Noruega. Sin embargo, luego debieron trasladarse a pie caminando más de 80 kilómetros.

El traductor Dmitry Dulić, de Murmansk, fue muy meticuloso con los archivos alemanes y encontró información sobre una ejecución de dos presos en estos lugares.

Cruzando la frontera y en la altitud número 122, este grupo nazi sufrió grandes bajas. En los documentos de los archivos se indica que 16 alemanes murieron y otros 11 resultaron heridos a unas pocas horas del comienzo de la batalla, indica Dmitry.

PARA LOS FASCISTAS LA RESISTENCIA SOVIÉTICA FUE UN SHOCK...

"Para ellos, la resistencia Soviética fue un 'shock'. Está claro que el disgusto fue que no pudieran elevar la moral de sus tropas". Después de una dura expedición en la montaña, los exploradores llegaron a la zona. El lugar se encontraba, como era de esperar, sobre una enorme roca.
"Cavé con palas limpiando, los expertos encontraron un abrigo rasgado, cinta perteneciente al Ejército, zapatos, un bolso y los restos de una persona con un medallón". Su dueño se conoce ahora: Se trata de Serguéi Korolkov. En la región de Tver, fueron encontrados los parientes de Korolkov. Una hija, seis nietos, bisnietos.

Los restos del héroe fueron transportados a esa región y enterrados en un monumento.

El otro soldado, que porta un abrigo en las fotos, vivió antes de la guerra en Apatity, una ciudad de Rusia situada en la península de Kola. Trabajó para una empresa minera y a tras tres años del inicio de la guerra tuvo familia, una hija.

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